Percorre-me o corpo uma adrenalina quase esgotante. Um ser quase inteiro, uma magnitude ampliada da imensidão.
Percorres-me tu. O teu perfume e o teu olhar que mergulham em mim; a tua paz e a tua calma, a tua tranquilidade agitada e as tuas palavras transformadas em promessas.
Sabes? No fundo és tu quem me consome e me leva a fases de êxtase. És tu que me leva a caminhar pelo escuro, guiada pela tua luz. És tu. Tu e tudo aquilo que és. Tu, e mais nada. No fundo, és o meu raciocinio, a minha lógica indubitável, uma força talvez nada vulgar. E é na tua simplicidade que encontro mais um alento, mais um abrigo.
A tua simplicidade é a brisa amena e a luz ténue do Inverno. Tu és a explosão e a entrega de todos os meus sentidos.
Tu és único, e, como posso negar isso?
(E detesto textos que acabem com uma pergunta. É como se ficasse sempre algo por dizer, qualquer resposta por dar, qualquer sentimento por viver. Mas tu mereces, és especial, e fazes-me terminar tudo de uma maneira excepcionalmente invulgar, autêntica.
Talvez de uma maneira que eu nunca tenha achado possivel.)
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