sábado, 29 de janeiro de 2011

Always yours

(...) e se as nossas almas, lágrimas nostálgicas e sorrisos demorados sempre estiveram interligados, então não posso negar que isto é o verdadeiro amor. Não posso negar que continuo a gostar da tua voz melódica e intensa, nem que continuo a achar doce o teu gesto repetido de torcer o nariz enquanto me olhas nos olhos lacinantes e prendes a tua mão na minha.
E se, mesmo após todos os laços persistentes que démos, se mesmo após as longas conversas quentes e serenas o nosso amor não desmoronou, então posso concluir que nunca ninguém me havia dado um sentimento tão indubitável; sim, pois eu nunca duvidei que fosse verdadeiro.
E já que hoje comtemplo as estrelas procurando por ti, e te imagino do outro lado do mundo recitando versos soltos e meigos ao som da chuva, então concluo que mesmo após tanto tempo, e após todas as tentativas de tentar omitir cada silaba de amor que sentia por ti, continuo a amar-te, com tanta ou mais força com que amei no passado.

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