quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

(my love)

O teu nome, tornou-se quase tão imperativo como o verbo amar; o meigo quente e leve dos teus olhos, despertou de novo a chama que eu julgava extinta; o doce carinhoso do teu sorriso, deu-se por mais forte que a minha fragilidade agreste, e hoje, após a leitura de excertos do passado e recordações semi-completas, já fragmentadas pelo tempo, desenhadas e escritas num caderno desbotado pelo tempo, (re)descobri-te, (re)amei-te.
Gostava de estar junto a ti agora, que finalmente tivesses a coragem que sempre ousei ver em ti de me agarrares com força, nos teus braços fortes e inigualáveis, e me beijasses; e eu preferia ter tudo num segundo, que viver a eternidade sem nada; preferia o teu toque subtil e sereno na minha pele macia por instantes quase escassos, do que deixar-te ver partir e nunca mais poder olhar-te.
Por isso, meu refúgio demorado nas recordações, devolve-me o brilho lacinante dos teus olhos escuros e meigos, devolve-me a tua presença tão bonita á luz ténue do Inverno e no calor do Verão.
Ressuscita todo o amor que tenho para te dar, que na verdade está mais vivo que nunca, e que assim permanecerá durante todo o tempo em que sentir que és meu.


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